Top 5 Things I Miss From Brazil

This is the first in a two-part post in which I try to explain the trouble of being attached to two quite distant nations. The other, which will hopefully be written soon, will be about the things I’ll miss from the US. Now, a few weeks before my return to Brazil, I’ll list up what I miss, and am looking forward to see/do again, from the motherland.

5. Maggie the dog

Our dog, Maggie
Few things in the world are as lovable as pets. And my dog Maggie, she’s just awesome and a sweetheart.

4. My space

Not to be confused with MySpace. Living in a college dorm or with a roommate is great in the sense that you always have friends with whom to chat, but as someone raised without siblings, I sometimes miss my moments of privacy and the little places I can call my own. Plus, it’s frustrating to have to think “how will I take that back?” every time I think of buying awesome stuff.

3. Events

Back home, I run two meetup groups: Curitibronies and Liga N-Blast PR. Through those groups, I made a lot of great friends, and it was always a highlight in my month to be able to meet them up do play video games or Magic: The Gathering, or have picnics, or watch My Little Pony: Friendship is Magic. Or whatever. It was awesome.

2. Food

Hoje é dia de Feijoada, bebê
Brazilian food is like one of those amazing things you take for granted and only think about when you can’t have it anymore. From churrasco to feijoada to barreado to variations on Italian, there are some wonderful flavors down there that I miss a ton. And it’s at least a little bit healthier than the usual crap here in the US, too! Just don’t be a vegan and enjoy our tasty, tasty beef.

1. Friends and family

In the end, there’s nothing quite like people to remind you that home is home. And in my home, I have a large array of family and friends, plus an amazing girlfriend, who mean the world to me. I wouldn’t be here without their support.

Resumo do Semestre

Ugh. Novamente deixei este blog comer poeira. Tantas coisas interessantes aconteceram, tantos textos que deixei de escrever. Algumas vezes não havia tempo, outras não achei o tema em mente interessante o suficiente, e outras completamente esqueci do blog. Também estive fazendo outras coisas pela Internet (veja a aba Who Am I? do blog, que está incompleta mas crescendo) e muitas vezes não sabia se deveria escrever em português ou em inglês. Hoje vou usar português, mas provavelmente escreverei textos em inglês para determinados assuntos. Aliás, ao escrever isto nem sei muito bem sobre o que quero escrever.

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Shinesparkers: Super Metroid 20th Anniversary

Super Metroid 20th Anniversary
Today is Super Metroid‘s 20th anniversary! To celebrate, I, Renan “Naner”Greca, have written a feature telling a little bit of my story with the game and explaining what it means to me. Please, check it out here!

FPS, genre, and Metroid Prime

This semester, I’m taking a class called Video Game Studies, where we analyze games as works of media. We present and play games thinking critically about elements of design, interface, visual, sound, etc. Each week we tackle a specific topic, and this time it’s genre.

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Vídeo: Como cheguei aos Estados Unidos?

Neste vídeo eu explico um pouco sobre o processo do Ciência Sem Fronteiras.

Se você tiver alguma dúvida específica, deixe um comentário!

Vídeo: Como é estudar nos Estados Unidos?

Hoje resolvi gravar um vídeo ao invés de escrever um texto! Falo sobre algumas das diferenças que eu percebi ao vir estudar nos Estados Unidos da América.

Se você tiver alguma dúvida específica, deixe um comentário!

Episódio 19 – Memórias da Geração

Confiram o novo episódio do Entrando Pelo Cano!

Renan Greca's avatarEntrando Pelo Cano

Entrando Pelo Cano 19 - Memórias da Geração

Enquanto Wii U, PlayStation 4 e Xbox One se consolidam no mercado, nós não podemos deixar de lembrar da geração que se vai. Embarque numa viagem nostálgica neste Entrando Pelo Cano com Renan Greca (@RenanGreca) e Douglas Novelli, que falam de suas histórias com Wii, PlayStation 3 e Xbox 360, assim como Nintendo DS e PlayStation Portable, sistemas que compuseram a mais longa geração de vídeo games até agora e que trazem muitas memórias — boas e ruins.

Neste episódio: descubra se a geração atual está perdida, saiba a principal diferença de um jogo para um livro, sinta-se idiota sacudindo um controle, decida entre falar a um NPC que sua namorada morreu ou fazê-lo explodir, saiba da incrível promoção de Angry Birds por apenas R$259,90 e conheça a brilhante engenharia de hardware da Microsoft!

(Duração: 105 minutos)

Download: podcast entrando pelo cano
Pauta do Episódio

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Os Prejuízos Ocultos das Steam Sales

Os Prejuízos Ocultos das Steam Sales

Se tem uma coisa que todo gamer adora, são Steam Sales. A cada estação, nosso Grande (em mais de um sentido) Salvador Lorde Gaben trás a nós meros mortais centenas de jogos por preços inigualáveis, com descontos frequentemente entre 66% e 80%. É uma oportunidade não só de comprar aquele jogo que você queria há eras por um precinho camarada, mas também de conferir alguns que você nunca esperava comprar, ou esbanjar de sua generosidade e dar presentes legais de cinco reais para seus amigos favoritos. No lado do desenvolvedor, ele desencalha aquelas cópias imaginárias àqueles jogadores que estavam indecisos ou que simplesmente achavam que seu jogo não valia a quantidade de dinheiro que pediam. Contudo, é possível que essa cultura esteja trazendo vários prejuízos tanto para os gamers quanto para os desenvolvedores.

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Tolkien, Jackson & Eu

Tolkien, Jackson & Eu

Ontem assisti a The Hobbit: The Desolation of Smaug (nem sei como traduziram… “desolação”?) no cinema, e hoje quero escrever um pouco dos meus pensamentos sobre o filme. Mas, com isso, também quero falar um pouco da minha relação um pouco… frustrante com os livros de J.R.R. Tolkien e os filmes de Peter Jackson. Apesar de ser um apreciador de grande parte da cultura nerd dos séculos XX e XXI, um elemento bem importante dela sempre me deixou um tanto alienado. Estou falando de The Lord of the Rings, ou O Senhor dos Anéis… E toda a obra de J.R.R. Tolkien, por sinal. Eu normalmente aprecio mais histórias de ficção científica do que de fantasia, e isso tem um grande papel nisso, mas acho que há outros motivos por trás disso.

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Review de Guacamelee

Review de Guacamelee

Desenvolvedora: Drinkbox Studios Plataforma: PlayStation Vita (+ PS3, Win)
Lançamento: 9 de abril de 2013 Gênero: Metroidian platformer/Beat-‘em-Up

Minhas férias de inverno chegaram e agora estou relaxando e passeando com meus pais, que estou encontrando em Seattle após um semestre morando sozinho na Califórnia. Não estou passando 18 horas por dia na Internet como normalmente faço, então esta semana vou escrever algo mais curto e simples.